domingo, 11 de novembro de 2012

TREC - TERAPIA RACIONAL EMOTIVA COMPORTAMENTAL - DR ALBERT ELLIS


A ciência avança velozmente a cada dia. E na área de Psicoterapia não é diferente. Nos grandes centros de pesquisa do Brasil e do Mundo, muitas técnicas são desenvolvidas, validadas, aprimoradas; Muito é descoberto sobre o funcionamento, o desenvolvimento e as habilidades necessárias para lidarmos com nossas emoções.

E diante do anseio de nos conectarmos constantemente à esta evolução, nós do Instituto Cognitivo Comportamental sentimos a necessidade de trazer para a nossa região profissionais que estão diretamente ligados à estas pesquisas e avanços que propiciam um resultado mais efetivo para os pacientes que procuram a Psicoterapia. Reduzimos assim o valor dos investimentos individuais (inscrições nos cursos, despesas de viagem, hospedagem, alimentação) e aprimoramos cada vez mais profissionais que hoje atuam nas cidades do interior.

Nossa primeira experiência aconteceu nos dias 09, 10 e 11/11/2012. Debruçamos sobre os conceitos desenvolvidos pelo Dr Albert Ellis. Albert Ellis foi um psicologo  norte americano que desenvolveu, em 1955 a TREC - Terapia Racional Emotiva Comportamental (REBT - Rational Emotive Behavior Therapy).

Em um grupo de 18 pessoas, entre profissionais e graduandos de psicologia e psiquiatria, realizamos um curso ministrado pelo professor Gildo Angelloti, do Instituto de Neurociência e Comportamento de SP, Psicólogo Clínico com Formação Avançada em Terapia Racional-Emotiva & Cognitiva Comportamental (Albert Ellis Institute - NY - USA) e Mestre em Psicologia Clínica Comportamental (PUCCAMP).

Compartilhamos aqui uma pequena “degustação” desta abordagem, através do vídeo que traz uma entrevista com o Dr Albert Ellis - http://www.youtube.com/watch?v=1TUb9QYPinE . Veja mais em http://albertellis.org/



Nosso objetivo com este tipo de iniciativa  é elevar a eficácia da nossa prática clínica, garantindo a utilização de técnicas e métodos validados cientificamente, que tragam benefícios efetivos e duradouros para nossos pacientes.

Está programado para o primeiro trimestre de 2013 nosso próximo curso. Ainda não evoluímos no contato, mas nossa ideia é trazer para Marília o Dr Irismar Reis Oliveira, médico psiquiatra, professor titular da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia e criador da Terapia Cognitiva Processual.

O contato para os que desejam estar conosco nestes encontros é o telefone 14 3432.2559 ou pelos emails carol@iccmarilia.com.br; daniela@iccmarilia.com.br; flavia@iccmarilia.com.br ou patrícia@iccmarilia.com.br.

E como efeito colateral (risos), estreitamos o relacionamento entre nós profissionais e apaixonados pelo assunto. Todos(as) são bem vindos (as)!



segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Ansiedade

É parte da natureza humana certas sensações determinadas pelo perigo, pela ameaça, pelo desconhecido e pela perspectiva de sofrimento. São efeitos da adrenalina, noradrenalina, cortisol, etc, e da atuação do Sistema Nervoso, o qual reage preparando o organismo para “luta ou fuga” diante das situações que vivemos em nosso cotidiano.



As sensações mais clássicas são alterações no batimento cardíaco, sensação de medo exacerbada, irritabilidade, alterações no sono, sudorese, tensão muscular e dificuldade de concentração. Quando muito intensas e duradouras, podem ser sinais de que nosso organismo está vivendo em constante estado de alerta - fora de seu equilíbrio natural - desencadeando assim a necessidade de olharmos para nossa forma de enfrentar as situações que nos causam medo, insatisfação e ou desconforto emocional.



De acordo com estudos, a visão Cognitiva Comportamental conclui que o que nos mantém neste “estado de alerta”, desequilibrando o funcionamento do nosso organismo, é a forma como estamos analisando, sentindo e nos comportando diante das situações. Esta forma de analisar, sentir e se comportar envia sinais ao nosso Sistema Nervoso, que os interpreta e promove alterações neuroquímicas responsáveis por nos preparar para luta ou fuga.



A busca de ajuda profissional é necessária e o primeiro passo é procurar um médico para descartar organicidade - qualquer doença fisiológica e não de caráter emocional – uma vez que há sintomas que podem ser confundidos outros quadros patológicos.



Após este passo, se descartadas as hipóteses de organicidade, procurar Psicoterapia trará ao indivíduo um prognóstico que evitará a evolução do quadro para algum Transtorno de Ansiedade mais importante que pode comprometer a qualidade de vida, trazendo prejuízos na vida social, profissional, entre outros aspectos.



Em alguns casos, a associação com medicação se faz necessária para regular o funcionamento neuroquímico e dar à pessoa condições de concentrar-se na análise de sua forma de Pensar, Sentir e Agir diante das situações que estão desencadeando o quadro Ansioso.



Flávia T. Leite Moris
Psicoterapia Cognitivo Comportamental - Adultos
CRP 06 7694-2

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Você está satisfeito? - Coaching Terapêutico

A necessidade de desempenharmos cada vez melhor nossos papéis sociais, fez com que pesquisadores voltassem a atenção para desenvolver técnicas que propiciem às pessoas melhorias significativas no seu desempenho. Seja ele na área profissional, na relação familiar, na vida conjugal, entre outros.

É provável que as vezes você se perceba em um contexto onde as coisas não estão correspondendo as suas expectativas, aos seus anseios, às expectativas da sua liderança no trabalho. E é um exercício interessante refletir: quais são estas expectativas? Você tem certeza que tem feito tudo que está ao seu alcance para obter êxito nos seus relacionamentos? O que você tem feito? Falta-lhe alguma habilidade? A insegurança algumas vezes toma conta da situação?

Infelizmente a maioria das pessoas, quando neste tipo de situação, tende a colocar-se como “vítimas da vida”, terceirizando seus insucessos, suas frustrações, seus sonhos não realizados a outras pessoas, ao invés de buscarem entender o que está acontecendo e o que está ao próprio alcance realizar para ter um desempenho satisfatório, uma vida familiar harmônica, enfim, um bem-estar emocional e um sentimento de realização.

O Coaching Terapêutico é um processo educativo. De ensinar o cliente a aprender e não dizer como ele deve fazer. São dadas ferramentas e formas personalizadas de adquirir habilidades e conseguir aplicá-las por analogia no dia dia. Tudo começa com um diagnóstico onde o terapeuta salienta as características do cliente; É feita uma análise detalhada e honesta, onde as pessoas que se desvalorizam absurdamente e aquelas que apresentam uma auto-imagem idealizada irreal tomem consciência destas impressões de si mesmo, a questionem, olhem para o mundo e se ajustem a ele. É feita “uma leitura” dos comportamentos, pensamentos e sentimentos do cliente não só em seus aspectos e interesses profissionais como também nas demais dimensões da sua vida pessoal.

Juntos, terapeuta e cliente, estabelecem então o objetivo detalhado do trabalho que focará principalmente o auto-gerenciamento da sua carreira e dos demais papéis sociais que exerce. Seguramente é um processo que poderá colocar essa pessoa no controle da sua vida estimulando-a a assumir total responsabilidade por aquilo que busca e em condições de lutar pelo seu sucesso e bem-estar.

Flávia T. Leite Moris - Psicoterapeuta Cognitivo Comportamental e Psicóloga Organizacional.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Cuidados com a Voz

A voz é um importante instrumento de trabalho para muitos profissionais, tais como pastores, professores, cantores, advogados, médicos, entre outros, chamados “profissionais da voz” devido à grande demanda vocal em sua jornada de trabalho. É com a voz que esses profissionais transmitem a mensagem aos seus ouvintes.
Para que a mensagem seja clara, é necessário que o profissional esteja em perfeita harmonia com sua voz e corpo. A produção da voz se dá pela vibração das pregas vocais e é amplificada pelas caixas de ressonância (faringe, cavidade oral e nasal) que funcionam como alto-falantes naturais.
Juntamente com o corpo, a voz passa por mudanças ao longo da vida. Por volta dos 14 anos de idade, quando a criança passa pela puberdade, a qualidade vocal estabelece a característica sexual do indivíduo, mais percebida nos meninos por apresentar diplofonia, ou seja, oscilação entre voz infantil (mais aguda) e voz de adulto (mais grave). Na idade adulta a voz se estabiliza e assume características próprias masculinas ou femininas.
Ao redor dos 40 anos, passamos por outro processo de mudança vocal, mais percebido nas mulheres devido à associação com as alterações hormonais causadas pela menopausa. Com a idade, a qualidade vocal pode apresentar-se mais grave (grossa) nas mulheres e mais aguda (fina) nos homens. Além disso, a voz pode ficar mais fraca e/ou trêmula. Alguns cuidados podem ser tomados para prevenir alterações vocais, como por exemplo, beber água regularmente e evitar esforços como gritar e falar muito em ambientes ruidosos, competindo com o barulho.
Quando percebemos nossa voz diferente do habitual, apresentando rouquidão persistente, cansaço ou enfraquecimento da voz, é necessário procurar um médico e um fonoaudiólogo.
O trabalho do fonoaudiólogo consiste em prevenir, avaliar e tratar dos problemas relacionados à fala, linguagem, voz, motricidade oral e audição, com o objetivo de proporcionar ao indivíduo uma comunicação eficiente, favorecendo sua integração ou reintegração social.
A fonoaudiologia atua juntamente com profissionais de diversas áreas da saúde, tais como: dentistas, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, neurologistas, otorrinolaringologistas, entre outros.
Os cuidados com a voz também se mostram importantes no ambiente da igreja. A atuação fonoaudiológica pode contribuir na prevenção, reabilitação e aperfeiçoamento vocal de pastores, coralistas, cantores etc., seja no tratamento clínico individual ou em grupos. A inserção de programas de aquecimento e desaquecimento é aconselhada para prevenir distúrbios vocais e equilibrar a qualidade vocal. É comum que o uso vocal intenso nas atividades cotidianas das igrejas gere alterações, como por exemplo, o nódulo de pregas vocais, popularmente conhecido como calos de cordas vocais. É preciso ter atenção e cuidado com qualquer alteração, pois o quadro pode se agravar e causar até a perda da voz (afonia).

Nosso corpo é templo do Espírito e por isso temos que zelar pelos dons e talentos que Deus nos deu.

Heloisa Lima Mendes Leonardo
Fonoaudióloga Clínica

sábado, 10 de julho de 2010

Quando um relacionamento entra em crise

Homens e mulheres vivem o sonho de encontrar sua alma gêmea. Quando as pessoas se dão conta de que isso só acontece na ficção ficam com a sensação de que não é possível construir um relacionamento. Se isso ocorrer numa relação uma fase de crise vai se iniciar, mas o contato com essa realidade modifica nossas crenças e possibilita a construção de um relacionamento saudável e feliz.

Os casais entram em crise por falta de comunicação. Muitas vezes as expectativas de uma das partes não são atendidas, como por exemplo uma atitude de agradecimento do esposo a um jantar preparado pela esposa, ou a tolerância da esposa depois de um dia de trabalho exausto do esposo. Desta forma as nossas crenças individuais interferem e modulam a forma de interpretação do comportamento do outro, por isso é necessário se comunicar.

Para conseguir uma comunicação efetiva com o outro é necessário ouvi-lo. Mas, no geral temos dificuldades para que isso aconteça porque possuímos idéias pré-concebidas, crenças sobre amor, felicidade e casamento. Interpretamos a fala do outro com base nas nossas crenças. A fala do outro não é mais dele, e sim a interpretação que faço da fala que se esvai.

Nossas crenças pessoais em relação ao outro jamais serão cumpridas uma vez que são demandas pessoais internalizadas, muitas vezes, desde a nossa infância. Não tem correspondência direta com a realidade vivida. Pensamentos instalados sobre “ser homem” e o “ser mulher” geram expectativas e conflitos na convivência com o parceiro.

Geralmente dificuldades como essas aparecem logo nos primeiros anos de relacionamento e podem durar por longo tempo. Também podem surgir com anos de casamento, principalmente depois do nascimento dos filhos.

Embora seja um momento difícil, a crise tem seu lado positivo. Pode ser um momento em que o casal repense sobre suas expectativas em relação ao seu parceiro. E se esta crise for superada, homem e mulher podem colher frutos para uma realização ainda maior no relacionamento.

Aceitar que temos características e perfis diferentes é um ponto fundamental.Rever as expectativas em relação ao outro deve ser o primeiro passo dado pelo casal que deseja superar uma crise. Quando nos relacionamos com alguém não somos duas metades que se unem e forma um, mas duas pessoas que se unem e formam dois. Precisamos entender que somos diferentes e nossas diferenças podem completar a relação.
O casal também deve cuidar muito bem da sua vida sexual, pois ela é importantíssima para a relação ser feliz.

Além disso, é necessário desenvolver o diálogo e para isso é preciso ter intimidade com o outro. É preciso saber negociar, respeitar a individualidade do parceiro e se colocar no lugar dele.
Quando o relacionamento passa a gerar sofrimento, interferir no trabalho e na auto-estima negativamente, causar ansiedade e/ou depressão é recomendável que se procure ajuda profissional. Algo muito saudável é buscar ajuda antes de se instalar o caos, pois a perspectiva de evitar esse sofrimento é muito maior e melhor.Para trazer novo ânimo para relação é importante conversar, namorar, passear juntos pelo menos uma vez na semana; pois desta forma o casal cria intimidade e treina o diálogo. é fundamental que cuidem com muito carinho do beijo na boca e do sexo.

Daniela L. Rosas - Psicóloga Clínica

Orientação Vocacional

O Processo de Orientação Vocacional tem como objetivo levar a pessoa a um maior conhecimento a respeito de si mesma e das profissões.

Este processo pode ocorrer em até 12 sessões, não sendo utilizados testes vocacionais como única fonte de respostas para esta busca profissional e sim como um complemento caso o orientador julgar necessário.

Essas sessões são divididas em dois momentos: O primeiro momento é a busca pelo auto-conhecimento e significado das escolhas. Nesta etapa trabalhamos com as crenças disfuncionais que podem estar atrapalhando o processo de escolha; o cliente é levado a refletir sobre valores familiares, sociais, religiosos e profissionais.

Este momento é muito importante para que a pessoa comece a pensar na sua jornada rumo ao futuro, desenvolvendo crenças positivas a seu respeito e assim modificar crenças indesejáveis.

O segundo momento é oferecer informações sobre várias profissões, principalmente as profissões indicadas pela pessoa; desenvolvendo assim o conhecimento sobre o mercado de trabalho, faculdades e a atuação profissional.

Trabalhando estes dois aspectos: auto-conhecimento e esclarecimentos sobre a profissão a tendência é a pessoa caminhar tranqüilamente e mais consciente para sua escolha profissional.

A Orientação Vocacional é indicada para alunos do ensino médio e para adultos que querem repensar suas escolhas.

Daniela Lopes Rosas - Psicóloga Clínica